Rachel Sheherazade foi ameaçada por falar o que pensa, confira.

A apresentadora do SBT Brasil ressalta que não tem um partido político. Relembrando a carreira, a jornalista Rachel Sheherazade conversou com a apresentadora Daniela Albuquerque, do ‘Sensacional’ (RedeTV!), sobre sua reação ao receber o convite de Silvio Santos para trabalhar no SBT. “Primeiro eu achei que era um trote. Você não acredita que é verdade que o Silvio Santos te viu e que o Silvio Santos te quer na bancada do principal telejornal dele. Então primeiro parece que é um sonho, um delírio, parece que é um trote”, diverte-se, revelando ainda que Carlos Nascimento sempre foi seu “ideal de âncora”.

Nascida em João Pessoa, na Paraíba, a jornalista ainda relembrou sua infância e a trajetória no jornalismo, detalhando a polêmica que a tornou nacionalmente conhecida após a repercussão do vídeo em que ela criticava o Carnaval. Questionada se já enfrentou preconceito pela origem nordestina, ela diz: “Muito! Eu não falo de preconceito porque eu não gosto de me esconder atrás de pseudo-fraquezas. Eu não acho que é uma fraqueza ser nordestina, não é uma fraqueza ser mulher. Então eu acho que sim, eu percebia o preconceito por ser nordestina, primeiro, sentia preconceito por ser mulher e estar opinando: ‘Ué, como? Uma mulher opinando? Que audácia, não pode, como você ousa dar opinião?’, mas eu nunca comentei sobre preconceito porque eles nunca me impediram de ser quem eu sou, de ir onde eu quero ir. Não quero me esconder por trás deles, sou mais forte que o preconceito e do que o preconceituoso, e o meu trabalho está aí para mostrar isso”.

A apresentadora do SBT Brasil confessa já ter recebido ameaças por falar o que pensa e ressalta não ter um partido político. “Eu tenho ideologia política. Sou uma pessoa de ideologia política liberal conservadora, mas eu não tenho partido”. A jornalista também opina sobre temas que dividem posições, como a legalização do aborto, a maioridade penal e o porte de armas, e revela qual desejo ainda não realizou em sua carreira. “Tenho um sonho profissional que é ser correspondente estrangeira”.

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